Web Summit: Fazendo mudanças viáveis por SaaS e o mundo da tecnologia responsável

Raghu Raghuram, CEO da VMware, e Eric Schurenberg, também CEO da Inc. & Fast Company, apresentaram aos participantes do Web Summit que o mundo não está centralizado, e sim cada vez mais distribuído. Explicaram também que a próxima onda ocorrerá quando o físico encontrar o virtual nos sistemas.


Por Bruno Zenatte



Raghu Raghuram, CEO da VMware, e Eric Schurenberg, também CEO da Inc. & Fast Company, apresentaram aos participantes do Web Summit que o mundo não está centralizado, e sim cada vez mais distribuído. Explicaram também que a próxima onda ocorrerá quando o físico encontrar o virtual nos sistemas. Além de lançar a dúvida: como tudo está no cloud (na nuvem), de que forma isso interage com o físico?

Eles também contextualizaram um lado positivo da pandemia, que foi a adesão rápida da tecnologia. Destacando como o mundo ficou mais exposto ao on-line, mesmo com a continuidade do off-line.

Justificaram também que houve muita mudança de “mindset” e que há, atualmente, muitas tecnologias opensource em SaaS, o que favorece o ambiente de continuidade, destacando três elementos: definir o que o produto faz; como engajar o consumidor e fazer o relacionamento; e, por último, criar um modelo de negócios que se encaixe no que o cliente espera.

Por fim, uma reflexão importante foi passada sobre as inovações que devem chegar aonde estão as expectativas dos clientes. Sem essa ligação, não temos inovação e o cliente precisa gostar, necessitar usar.


Privacidade, equidade, inclusão: o intrincado mundo da tecnologia responsável


Neste tema, Rebecca Parsons, diretora de tecnologia da Thoughtworks, uma empresa focada em amplificar mudanças sociais positivas à sociedade, abriu o debate com uma pergunta: porque não pensamos em criar um sistema que é mais inteligente do que nós? Em sua palestra, Rececca falou de riscos, ética e, principalmente, sobre os dados.

A palestrante explicou que quanto mais dados coletamos, mais riscos nós temos. Considerando a seguinte possibilidade: se não tenho nada, não tenho o que proteger, mas se tenho muito, outros virão atrás desses dados e, neste caso, hackers.