Social Commerce: O que é e como aplicar no seu negócio

Você sabe o que significa o termo Social Commerce?

Social Commerce

Você sabe o que é social commerce? É provável que você já tenha passado por algum produto nas redes sociais ou mesmo influenciador digital. Essa estratégia está sendo usada cada vez mais para vendas e relacionamento com os clientes.

A princípio, engana-se quem pensa que custa caro levar o seu negócio para o ambiente digital, mesmo para lojistas que não possuem um e-commerce. Hoje existem inúmeras ferramentas que ajudam na digitalização dos estoques das lojas físicas para vender on-line.

Isso significa que cada vez mais temos soluções que integram plataformas e canais de vendas, com baixo custo de implantação e possibilidades de migração para as redes sociais. Isso significa que há muitas oportunidades de aplicar o Social Commerce nos seus negócios.

Uma pesquisa da Tray em parceria com o E-Commerce Brasil, feita com lojistas e clientes, aponta que os canais de divulgação mais lembrados pelos brasileiros são o Instagram (82%) e o Facebook (72%). Sem contar que o WhatsApp é hoje um dos aplicativos mais usados no país.

Portanto, fique neste texto até o final, vamos compreender mais sobre o que é o Social Commerce. Confira o que vamos abordar:

  • O que é Social Commerce?

  • Social Commerce: qual é a importância?

  • Como surgiu o Social Commerce?

  • Redes sociais e os primeiros passos do Social Commerce

  • Social Commerce: a evolução do e-commerce

  • Vender pelas redes sociais é vantajoso?

  • Afinal, por que o Social Commerce é importante para os negócios?

  • Social Commerce: por que ter uma estratégia de gestão online?

  • Social Commerce: como criar uma estratégia de vendas

  • Social Commerce: os influenciadores

  • Quais são os tipos de Social Commerce utilizados?


O que é Social Commerce?

Para começar o assunto, o Social Commerce, ou em tradução livre “comércio social”, é um formato de venda que usa as redes sociais para se aproximar do consumidor e vender on-line, ou ainda, com possibilidade de efetivar uma venda.

Atualmente, as redes sociais são muito vantajosas, pois há diversas opções de baixo custo e é possível vender dentro dos principais aplicativos. O lojista não precisa, necessariamente, investir em um e-commerce e, mesmo assim, poderá vender pelo Instagram, Facebook e WhatsApp.

Além disso, também existe possibilidade de vendas em marketplaces de mar aberto, como Mercado livre, Amazon, ViaVarejo, B2W, Holist, entre outros. O que inclusive beneficia o lojista que busca novos canais de vendas. Interessante, não?


Social Commerce: qual é a importância?

Essa parte é importante. Considerando que dentro das redes sociais há conteúdos, posts orgânicos, anúncios patrocinados e, inclusive, ações com influenciadores digitais. As estratégias de marketing são parte desse amplo universo e que, de fato, fazem parte do Social Commerce.

Resumindo o tópico. Se aplicado ao negócio, ocorre a união das ações dentro das redes sociais. O resultado disso é a criação de espaços de entretenimento e isso ajuda no momento do encontro do consumidor com disposição de consumir nas plataformas.

A estratégia acima é um caminho possível que além de aproximar o consumidor do lojista, também acaba convertendo em mais vendas para o negócio.


Como surgiu o social commerce?

O social commerce começou, em parte, com o Facebook. Após isso, foi se beneficiando de avanços tecnológicos e comportamentos, em especial pela Geração Z e influenciadores digitais. Isso foi determinante para alavancar o e-commerce.

Hoje, a China lidera o social commerce e, de maneira geral, os cidadãos de países asiáticos são os adotantes mais ávidos dessa forma de comércio.

Um exemplo é o eBay, pois foi o propulsor da evolução do social commerce. Isso tudo o que vemos hoje não seria possível sem esses espaços digitais para trocar, vender e comprar bens e serviços.


Redes sociais e os primeiros passos do social commerce

O social commerce tem suas origens com a rede social do Facebook, no começo dos anos 2000. Naquele tempo a rede social servia somente para amigos da faculdade. Porém, em 2007, o Facebook inaugurou sua plataforma de marketplace, o que proporcionou uma experiência semelhante aos sites que comercializam itens à venda, por exemplo, a OLX.

Depois foi permitida a venda direta na plataforma. Logo depois de 2007, o Facebook lançou o recurso de divisão de despesas. Veio em 2016, o Facebook Marketplace e em 2018, inaugurou-se uma empresa de monetização com anúncios. Até hoje, o Marketplace da rede social é uma parte importante do negócio.


Social Commerce: a evolução do e-commerce

Não podemos esquecer que tudo isso é um fenômeno muito atual. Empresas como o Samsung, C&A e Lupo já possuem histórias de sucesso que envolvem o social commerce. Elas se destacaram com a evolução da estratégia para o live commerce, um modelo de vendas ao vivo.

No Brasil é uma ascensão e o live commerce tem se tornado uma importante ferramenta de vendas para marcas que desejam ampliar a interação e o contato mais próximo. Ou seja, é uma oportunidade enorme de diversificar as estratégias dentro de um canal de vendas.

Esse exemplo já está sendo seguido por outras que realizam lives, como uma espécie de "laboratórios" para percepções e testagens para a apresentação de produtos ao vivo. Já envolve vendedores e influenciadores. Em resumo, é uma aposta de gigantes do varejo e também de startups e já está se tornando realidade comum daqui em diante.


Vender pelas redes sociais é vantajoso?

O Instagram é responsável por muitas vendas, o que representa um alto potencial para social commerce. Tudo isso tem um motivo e se deve, em parte, por ser um canal muito utilizado pelo público consumidor. Quer entender o porquê? Continue lendo!

Bem, as pessoas entenderam que o Instagram criou para seus negócios uma vantagem de criar contas comerciais, além dos seus relacionamentos com os clientes, antes de começar, de fato, as vendas.

E você sabe o que isso proporcionou? A rede é importante para os mais diversos tipos de negócios, de restaurantes a lojas de roupas, supermercados, livrarias, entre outros.

Além disso, isso significa que você pode, ainda, utilizar as redes sociais do Facebook, Instagram e Twitter, para promover e vender os seus produtos e serviços.


Afinal, por que o Social Commerce é importante para os negócios?

Vamos considerar a jornada de compra do consumidor. Ou seja, antes do consumidor efetuar a sua compra, seja na loja física ou virtual, ELE certamente passou pela rede social ou foi impactado por algum anúncio digital.

Além disso, como o alcance de público será maior por conta da plataforma social, a estratégia só não é indicada para quem não tem uma gestão integrada de vendas, atendimento e logística.

Ou seja, mesmo que você tenha a sua conta comercial na rede social, o seu negócio ou empreendimento precisa estar preparado para fazer vendas múltiplas e sem perder a organização interna. E para isso acontecer um sistema de gestão online e integrado aos canais de venda é fundamental.


Social Commerce: por que ter uma estratégia de gestão online?

Ter uma solução para isso é muito importante, especialmente para o pequeno varejista ou qualquer loja que possui um e-commerce ou, ainda, que não tenha um canal de venda ativo e on-line. Para isso, há opções de ferramentas que permitem que o lojista tenha seus produtos exibidos na vitrine virtual do Google, por exemplo, podendo administrar, cadastrar e automatizar o estoque físico de lojas.

Se você quer entender mais sobre como a transformação digital pode ajudar a vender no ambiente digital, tem um conteúdo especial no blog da Napp que ajudará a compreender esse assunto. Há recursos que permitem vender mais, com implantação acessível e sistemas de fácil operação. Clique AQUI e leia o conteúdo.


Social Commerce: como criar uma estratégia de vendas

Para abrir este tópico, devemos considerar a importância que falamos no começo deste texto do por que o social commerce é importante para os negócios. O sucesso de uma estratégia é percebido pelo grau de interação entre os consumidores e a sua empresa.

Ou seja, é preciso estar próximo desse consumidor por meio das redes sociais, uma estratégia fundamental para os dias atuais. Vamos a algumas dicas práticas para entendermos um pouco sobre a criação de estratégia:


- Tenha uma integração dinâmica e ágil

É importante considerar, ainda, que pensar em ter uma interação contínua nas redes que está presente para poder interagir com os clientes de maneira dinâmica e ágil;


- Cuidado, não frustre seu cliente

Além disso, uma dica primordial é sobre o cuidado de não frustrar o cliente, em especial, quando o lojista ou o canal de vendas, se colocar disponível de atendimento;


- Trabalhe de maneira integrada e tenha experiência de consumo

Em outras palavras, não vale somente cadastrar os produtos e aguardar pelas vendas. Neste novo canal, com o social commerce, é necessário reinvenção sempre e aprender a trabalhar de maneira integrada, proporcionando uma ótima experiência de consumo no decorrer da jornada de compra do cliente;


- Integre seus canais de vendas

Outro ponto importante é ter um sistema de gestão que cuide da integração dos canais de venda com o ERP (Sistemas de Gestão). É possível “sincronizar” as informações de vendas, estoque e entregas, logística, visão ampla e maior controle e planejamento do negócio;


- Mantenha o consumidor informado e considere isso uma estratégia

Em resumo, o social commerce é uma estratégia para se aproximar do cliente. É preciso manter o consumidor informado sobre tudo. O resultado é a geração de vendas diretas, por conta do dinamismo das redes sociais.



Social Commerce: os influenciadores

Para compreendermos como o papel dos influenciadores cresceu, precisamos entender que o tempo médio gasto em redes sociais passou para mais de 65 minutos, somente em 2020, de acordo com a Insider Intelligence. Com um aumento de 16% no uso de mídias sociais ano a ano, as marcas incluíram a estratégia do marketing de influência para seus produtos.

Esse mesmo marketing de influência é um aliado para muitos negócios quando o uso do formato de conteúdo em vídeo já é parte da estratégia de social commerce. E consideramos aqui: de qualquer marca, mesmo.

Nesse ínterim, unindo os dois dados, os influenciadores digitais têm o mesmo peso. Os primeiros influenciadores, criadores de conteúdo, foram as celebridades ou atletas que usavam a sua imagem ou apelo de autoridade para divulgar e vender produtos.

Conforme já sabemos, aconteceu uma mudança desse perfil de influenciador, passando para pessoas “comuns”, com um grande número de seguidores e com poder de influenciar seu público. É claro, as empresas começaram a buscar esse recurso.

Portanto, são os exemplos que ajudam a compreender o quanto é importante ter uma estratégia de social commerce.



Quais são os tipos de Social Commerce utilizados?

O mais importante é a confiança que o consumidor adquiriu neste novo formato de vendas pelas redes sociais e na pessoa que divulga o produto. Em resumo, é a confiança na marca. Por isso, vamos apresentar alguns tipos de social commerce:


Entre pessoas

O social commerce, de certa forma, ocorre entre pessoas. Conforme o nicho de atuação da loja é possível trabalhar ramos específicos e ajudam a realizar essa aproximação com o consumidor. Como por exemplo, o Airbnb. Se você tem um espaço para alugar é possível anunciar no site ou mesmo no aplicativo, aproveitando ao máximo a experiência do social commerce desta rede.


Por compras coletivas

Nos anos 2000 foram muito utilizadas para compras coletivas que são são uma forma de social commerce, pois além de você ter um estímulo para a venda de um item, há ainda a ativação de gatilhos. Ou seja, se várias pessoas compram da mesma forma, isso significa que há certa vantagem em efetuar compras através deste canal. Exemplos disso são o Groupon e Peixe Urbano.


Por compras colaborativas

Por exemplo: Kickante, Catarse e Vakinha. Provavelmente já deve ter percebido que são empresas de financiamento coletivo. Nestes exemplos, a jornada começa com alguém criando um objetivo e solicitando uma quantia em dinheiro. Neste caso, há um lado do social commerce que é na forma que você se relaciona com esse potencial “financiador” do seu projeto e objetivo e podemos chamá-lo de consumidor. Sabe por quê? A pessoa colabora com o que pode, porém pode receber recompensas de acordo com o valor doado.


Vender pelas redes sociais

Esta é a forma que mais cresce. É possível, além de criar a loja, por exemplo, através do Facebook, Instagram, Tik Tok, há oportunidades de cadastrar imagens, descrições e linkar com o sistema da sua loja virtual ou outros serviços de pagamentos. Até mesmo o pagamento já é uma realidade e aqui citamos o Whatsapp, por exemplo.

Em conclusão, faz tempo que comprar on-line deixou de ser tendência e se concretizou como uma realidade lucrativa. No ano passado, o e-commerce brasileiro registrou faturamento de R$ 161 bilhões, alta de 27% em relação a 2020, de acordo com os dados divulgados pela Neotrust. Em outro artigo, explicamos como aumentar a taxa de conversão para vender mais no online. Leia aqui.