Saiba os motivos para desenvolver a inteligência digital e investir na carreira profissional

Além de profissionais focados, colocar a inteligência digital em prática possibilita a abertura de um círculo de oportunidades para o crescimento pessoal e profissional


Os profissionais conectados com o mundo atual sabem que a transformação digital veio para ficar. Mas nem todos, inclusive executivos de nível sênior, ainda entenderam a importância da inteligência digital para suas carreiras. Um estudo feito pelo MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, trouxe resultados, de certa forma, preocupantes. Mas antes de apresentá-los, você sabe o que é inteligência digital?

Inteligência digital é um conjunto de capacidades técnicas, cognitivas, metacognitivas e socioemocionais que ajudam as pessoas a enfrentarem os desafios inerentes à vida digital, além de aproveitar as oportunidades que esse ambiente oferece. Ou seja, é a competência para compreender os impactos que as novas tecnologias têm para o sucesso de um negócio, contribuindo para a tomada de decisões estratégicas e assertivas. Para muitos especialistas, a inteligência digital é a base do novo QI, para eles denominado Quociente de Inteligência Digital.

Voltando à pesquisa do MIT, feita com quase duas mil empresas de todo o planeta, os resultados mostraram que apenas 17% dos profissionais C-level (vamos falar mais disso adiante), ao redor do mundo, são digitalmente hábeis. Um número impressionantemente baixo para funções que tanto dependem da inteligência digital. E motivos não faltam para se investir nessa área tão importante, principalmente para os empreendimentos tecnológicos. Vamos a eles.


Demanda cada vez maior

A demanda por profissionais letrados em inteligência digital cresceu bastante nos últimos anos. E a formação na área não tem sido proporcional à procura. Ou seja, faltam profissionais com esse talento no mercado. Em ambientes com mudanças cada vez mais rápidas e necessárias, investir em executivos com conhecimento digital é fundamental para o sucesso das companhias.

A inteligência digital se sustenta em três grandes pilares: a cidadania digital, que diz respeito à habilidade de usar as ferramentas tecnológicas de forma responsável; a criatividade digital, que trata da capacidade de transformar ideias em realidade a partir dessas ferramentas; e o empreendedorismo digital, que consiste em usar esses recursos para solucionar problemas globais.

Tais diretrizes se baseiam também na agenda de 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e almejam preparar as novas gerações de jovens para lidarem com as tecnologias emergentes. Esse grupo de parâmetros foi detalhado em oito grandes competências, que se dividem em 24 habilidades, conhecimentos, atitudes e valores a serem ensinados e desenvolvidos desde a infância. Entre eles: uso digital e tempo de tela; autoproteção e segurança digital; inteligência emocional digital; capacitação digital; identidade e cidadania digital e educação digital consciente na codeBuddy.


Quanto mais inteligência digital, mais lucratividade

Investir em inteligência digital é sinônimo de rentabilidade. Essa máxima reforça a necessidade das empresas buscarem líderes seniores cada vez mais digitalmente habilitados. E a qualificação tem que ser contínua, em consonância com as transformações da tecnologia. O estudo do MIT citado anteriormente ainda mostrou que, conforme a porcentagem do conhecimento digital aumenta, cresce também a margem de lucro e a receita. Para cada 10% de aumento na inteligência digital das equipes C-level, há um crescimento de 0,4 pontos percentuais na lucratividade e de 0,7 na receita.


Profissionais com inteligência digital identificam boas oportunidades

Quem coloca a inteligência digital em prática abre um círculo de oportunidades para si e para sua empresa. Tal profissional consegue mais fácil e rapidamente identificar bons negócios, praticar a inovação, promover o aprendizado contínuo de todos a sua volta e, ainda com seus colaboradores, exercer uma liderança mais saudável, construtiva e inclusiva. Em suma, um ciclo de transformações positivas “contaminam” toda organização de cima para baixo.


Cargos C-level

Ao longo deste texto, falamos sobre os profissionais C-level, que são os integrantes da estrutura executiva de gestão da empresa. São os profissionais responsáveis pelas funções executivas, os quais, muitas vezes, possuem bastante experiência de gestão. Os principais cargos C-level são:


- CEO (Chief Executive Officer). Posição mais alta da empresa. O CEO é responsável pelo plano de ação da companhia e por manter toda equipe unida.


- COO  (Chief Operating Officer). Muitas vezes, o braço direito do CEO. Responsável por supervisionar toda a parte operacional da empresa, para ajudar a concretizar a visão do CEO.


- CTO (Chief Technology Officer). Responsável em conduzir o uso da tecnologia para facilitar cada área do negócio. Diretamente ligada à inteligência digital.


- CIO (Chief Information Officer). Função parecida com a do CTO, ou seja, também ligada à transformação digital da empresa.


- CFO (Chief Financial Officer). Diretor financeiro, responsável por gerenciar os recursos da companhia.


- CMO  (Chief Marketing Officer). Responsável pelo marketing da empresa.


- CSO (Chief Strategy Officer). É responsável pela criação e execução de iniciativas estratégicas corporativas.



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