E-commerce: Saiba como aumentar a taxa de conversão para vender mais no on-line

A Web3 é uma tendência que promete revolucionar a forma de fazer negócios dos e-commerces


 saiba como aumentar a taxa de conversão para vender mais no on-line

Você gostaria de entender como aumentar a taxa de conversão do seu e-commerce para vender mais? Hoje te contamos algumas dicas!

Faz tempo que comprar on-line deixou de ser tendência e se concretizou como uma realidade lucrativa. No ano passado, o e-commerce brasileiro registrou faturamento de R$ 161 bilhões, alta de 27% em relação a 2020, de acordo com os dados divulgados pela Neotrust, empresa que monitora 85% do e-commerce brasileiro. O resultado, que é recorde para o comércio eletrônico nacional, deve crescer ainda mais este ano. Dessa forma, a perspectiva de faturamento para 2022 é de R$ 174 bilhões, registrando alta de 9% e, consequentemente, novo recorde no país.

Para mostrar como os e-commerces consolidam-se como importante estratégia para as empresas lucrarem cada vez mais, vamos abordar métodos para aumentar a taxa de conversão e vender ainda mais no on-line. Com destaque para:


  • Web3: a evolução da internet e como ela afeta o e-commerce;

  • Mas o que exatamente é Web3?

  • Como a empresa Under Armour fez a taxa de conversão aumentar 35%;

  • A importância da Live commerce para a taxa de conversão e;

  • As tendências do VTEX Day que você deve levar para sua empresa.


Web3: Conheça a evolução da internet e como ela afeta o e-commerce

A Web3 vai transformar o comércio digital. Vimos que as vendas on-line cresceram bastante nos últimos anos e, com a Web3, a perspectiva é de aumentar ainda mais. O acesso à equipamentos eletrônicos e internet está crescendo no Brasil. Boa parte da população já tem seu smartphone, notebook, tablet e afins. Mas isso não quer dizer que as maneiras de comprar on-line não irão evoluir.

A plataforma que promete revolucionar e descentralizar a internet é a Web3. Mas antes de explicar o conceito, vale saber que o termo está cada dia mais popular. Ou seja, a consulta no Google pela Web3, atingiu pico em dezembro de 2021, com volume 20 vezes maior do que em 2020. Tal aumento mostra o interesse pelo termo e, óbvio, pela evolução que a Web3 representará, o que precisa ser observado pelos varejo e e-commerces. A promessa é que a Web3 facilitará transações on-line, impactando principalmente o comércio eletrônico.


Mas o que exatamente é Web3?

Com certeza você está curioso com o tema. De modo geral, Web3 faz referência a um ecossistema on-line descentralizado baseado no blockchain: Um livro-razão digital que consiste em registros chamados blocos, descentralizados, distribuídos e, quase sempre, públicos. Para entender melhor, pense que os aplicativos e as plataformas criados na Web3 não serão de propriedade de um controlador de acesso (gatekeeper) central, mas sim dos próprios usuários. Eles, por sua vez, ajudarão a desenvolver e manter esses serviços, tendo, é claro, sua participação no negócio.

Em suma, a Web 1.0 (somente leitura) facilitou o compartilhamento de arquivos e informações. A Web 2.0 trouxe redes sociais, interatividade e permitiu a criação e compartilhamento de conteúdo. Agora, a Web 3.0 “reinventa” os aplicativos da internet, “diluindo” a autoridade. Vale ressaltar que a Web3 terá o poder de verificar a identidade e a intenção dos usuários, além de criar um rol ferramentas mais sustentáveis, que democratizem o uso da plataforma.


Under Armour: Um bom exemplo de taxa de conversão e venda on-line


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Nada melhor do que conhecer o exemplo de um e-commerce que tem movimentado a internet. A marca Under Armour, enxergou no mercado digital a oportunidade de crescimento. A companhia apostou no e-commerce e viu a taxa de conversão das vendas aumentar em 35% na comparação entre 2021 e 2020.

A principal iniciativa foi centralizar em uma plataforma a gestão de estoque, produtos, preços, promoções, tudo em integração com as lojas parceiras, sem alteração na interface do sistema. Além disso, a Under Armour tornou mais agradável a experiência do consumidor, apostando em ganhos tecnológicos.


Live commerce tem taxa de conversão positiva

Vídeo ao vivo foi outra modalidade de venda que ajudou as empresas a venderem mais. Trata-se do live commerce, tendência que promete continuar em alta, principalmente pelo fato das pessoas ficarem muito tempo nos celulares.

Sem contar que muitos consumidores viram a praticidade de comprar pelo live commerce e dificilmente voltarão para as modalidades tradicionais. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Grupo Bittencourt - consultoria especializada no desenvolvimento, gestão e expansão -, a taxa de conversão do live commerce é de 16%, bem maior do que do e-commerce clássico.


Tendências, tecnologias e soluções apontadas no VTEX Day

O VTEX Day, um dos maiores eventos de transformação digital do mundo, aconteceu nos dias 12 e 13 de Abril, no São Paulo Expo. O evento contou com participação de grandes nomes como o empresário Abílio Diniz e David Schonthal, escritor e professor na Kellogg School of Management.

Na ocasião, o sócio-fundador e CCO da Napp Solutions, Bruno Zenatte, acompanhado do Product Marketing Manager do Google, Charles Omoregie, apresentou a palestra “On-line para o off-line: como usar a força do O2O para gerar vendas no varejo físico”. O tema foi um dos mais aguardados do evento e reuniu um grande número de pessoas interessadas na transformação digital do varejo. O VTEX Day trouxe tendências e soluções do setor tecnológico, duas delas disponibilizadas pela Napp.


O2O Plataform

A plataforma O2O (on-line to off-line), desenvolvida pela Napp em parceria com o Google, é utilizada para integração ao Lia, uma modalidade de anúncios digitais de produtos, voltada para lojas que desejam criar campanhas de seus produtos no buscador. É, portanto, uma solução para varejistas que desejam criar um novo canal de divulgação para aumentar a presença no on-line, além de ampliar o fluxo de pessoas comprando na loja física.

Além disso, tem como objetivo fazer crescer o número de ligações telefônicas para o varejista, vindas de pessoas que encontraram a loja por meio do Google. Sem contar o crescimento no número de visualizações das fotos dos produtos, que são disponibilizadas pelo sistema de integração com o buscador.


Napp Hub

O Napp Hub é um grande centro integrador e de gestão de canais on-line, com integrações IN (físico), por intermédio de mais de 1.200 ERPs - sistemas que controlam os estoques e vendas do varejo - e por integrações OUT, que são os canais on-line, como plataformas de e-commerce, redes sociais e os grandes marketplaces do mercado.

O Napp Hub é ideal para qualquer varejista, que pode ser um franqueado, uma loja ou rede. O objetivo é aumentar a presença on-line, de forma automática e integrada à loja física, além de entregar o produto de forma mais rápida, sem o risco de falta de estoque. Isso ocorre porque, com uma prateleira infinita, o lojista não precisa manter tantos produtos em estoque no centro de distribuição, o que não o impede de tirar o pedido do franqueado e, com isso, ter um giro mais rápido.


Outras tecnologias apresentadas no VTEX Day

As três principais tendências discutidas no VTEX Day foram a omnicanalidade, o live commerce e a Web3. As duas últimas já detalhadas neste texto e todas fundamentais para empresários antenados no futuro.

A omincanalidade continua sendo uma tendência do varejo para o futuro. Segundo especialistas participantes deste tópico no VTEX Day, negócios de qualquer tipo, porte ou segmento precisarão criar operações que ofereçam experiência de qualidade e integração entre os canais digitais ou físicos.

Para reforçar ainda mais a importância do live commerce, vale destacar que o modelo de vendas ao vivo tem se tornado uma importante ferramenta para marcas que buscam ampliar a interação e os pontos de contato com os clientes. É uma aposta de gigantes do varejo e também de e-commerces, o que faz com que o live commerce tenha tudo para virar uma realidade de quase todos os negócios que olham para o futuro, uma vez que tem ajudado diversas empresas a aumentar a taxa de conversão e vender mais.

Por fim, já falamos bastante sobre a Web3, a terceira onda da internet, e, para finalizar, vamos frisar outra proposta dessa tecnologia: mais segurança aos usuários, aprimorando as transações financeiras e uso e controle de dados pessoais na internet. O usuário passará a ter mais domínio de navegação. Entre grandes nomes que já vislumbram essa tendência, estão marcas como Coca-Cola, Ambev, Mercado Livre, Havaianas e Reserva.

E se a experiência do usuário é um dos focos da Web3, vale dar uma lida neste texto que fala dos e-commerces de luxo. Ficou interessado? Clique aqui!