O que é Criptoeconomia e qual o impacto da criptografia no futuro do varejo



O que é Criptoeconomia e qual o impacto da criptografia no futuro do varejo

A criptoeconomia é um conceito que a cada dia ganha força e já nos mostra o futuro do mercado financeiro, por meio do uso de blockchain.

A princípio, são tecnologias como blockchain, bitcoin, NFTs e metaverso que estão construindo o futuro da internet, contribuindo para a evolução do varejo.

Da mesma forma que a velocidade da transformação digital impacta em nossas vidas, novos estudos e tecnologias seguem a mesma evolução. Ou seja, é natural que, conforme novos estudos e aplicações de tecnologias apareçam, nossas vidas também sejam adaptadas a elas.


Lembra quando a internet surgiu? Pois é, ela própria é um exemplo vivo do que imaginamos ser um dia a conexão e, hoje, é uma realidade.

A criptoeconomia é um conceito que vem ganhando força. Hoje, ela já nos mostra o futuro do mercado financeiro.

Então, fique com a gente e leia o conteúdo completo. Vamos abordar:

· O que é criptoeconomia?

· Criptoeconomia: temas disciplinares utilizados.

· Quanto movimenta o Bitcoin no Brasil?

· Blockchain: o varejo será transformado?

· Afinal, o que é Blockchain?

· Varejo e Blockchain: maior rentabilidade e benefício.

· Blockchain: impacto no varejo e bens de consumo.

· Criptoeconomia: benefícios para empresas varejistas.

· Reserva: a primeira marca de moda brasileira a aceitar Bitcoin.

· Blockchains: e o futuro? Amplie as opções de fornecedores.


O que é criptoeconomia?

A criptoeconomia é um estudo que reúne conceitos da economia e da ciência da computação.

Criptoeconomia: temas disciplinares utilizados:

- teoria dos jogos,

- design de mecanismo,

- inferência causal,

- engenharia de token,

- engenharia de segurança da informação, entre outros.

Não à toa, os estudos estão concentrados para moldar os negócios. A combinação dos temas com a criptografia proporciona um sistema de proteção digital para analisar os dados e informações. Sabemos que há ameaças na internet e, por isso, profissionais se dedicam a criar novos negócios. Tudo isso tem um motivo: influenciar o futuro do trabalho.

Se você se surpreendeu em como a criptoeconomia movimenta a área, ficará ainda mais em saber que é uma das revoluções possíveis na economia mundial e, detalhe, que já acontece. Esse movimento pode ser analisado nos mercados digitais que já utilizam bitcoins e nfts.


Quanto movimenta o Bitcoin no Brasil?

Segundo o relatório da Cointrader Monitor, em 2021, o volume de compra e venda de Bitcoin foi de 409.881,15 BTC (bitcoins), o equivalente a R$ 103,5 bi, um aumento de 16,7% em comparação com 2020.

Para se ter uma ideia da relevância do bitcoin, esse movimento é justificado pela valorização da moeda. Por exemplo, a Microsoft e a Steam já aceitam a criptomoeda como forma de pagamento.

São exemplos como esses que nos ajudam a compreender o potencial das grandes mudanças. Isso significa que vamos presenciar mais novidades. Isso é claro, se estiverem certos. O mundo digital poderá ser diferente do que temos hoje.


Blockchain: o varejo será transformado?

O Blockchain é uma aposta para o futuro. O setor bancário, por exemplo, foi um dos que investiram para compartilhar informação digital de uma forma segura. Isso trouxe agilidade para quem realizava as transferências, pois eliminou quem intermediava as negociações.

É uma evolução. Você concorda?

Nesse ínterim, vale o setor varejista conquistar espaços. Para o segmento, existem poucas coisas que sejam tão revolucionárias.


Afinal, o que é Blockchain?

Blockchain é uma tecnologia que contribui para a cadeia de valor das empresas, em produtos de marca. Por exemplo, um registro digital em Blockchain pode ser associado ao objeto físico (etiquetas inteligentes), para proporcionar garantia de autenticidade e rastreabilidade de bens, tanto na cadeia de fornecimento como para a venda e pós-venda.

De forma resumida, é como se fosse uma impressão digital que nos permite saber, a cada momento, a rastreabilidade do produto: onde está e o que está acontecendo. Para a rentabilidade do negócio, é fundamental ter essas informações e, além disso, estabelece um novo canal de comunicação com os consumidores.

E você sabe por quê? Permite conhecer em profundidade sobre os produtos e realizar compras com mais informação, contribuindo para sua fidelização e reduzindo custos associados a atrasos e erros humanos, por exemplo.


Varejo e blockchain: maior rentabilidade e benefício

É com a transformação digital que estas tecnologias vêm associadas. Buscar um novo canal de vendas, estabelecer novos serviços para o consumidor do varejo é um produto que está atrelado a essas inovações e estudos de mercado.

Ou seja, tecnologias inéditas estão mudando a forma de fazer e conceber os comércios em busca de uma maior rentabilidade e benefício. E o blockchain pertence a este âmbito. Há aplicações de controle e podem operar por intermédio de sistemas de base de dados, contudo o Blockchain aporta um enfoque diferenciador: mais colaborativo e transparente, além de ser confiável. O setor varejista já respira isso. Leia mais abaixo.


Blockchain: impacto no varejo e bens de consumo

Como já vimos anteriormente, o blockchain foi uma solução criada para ser o meio de circulação dos bitcoins e outras criptomoedas. Até então, ele impactou inúmeros processos, entre eles, as novas formas de pagamento sem intermediários. A partir de agora, vamos abordar como o blockchain está impactando o varejo e os bens de consumo.

Segundo um relatório da Deloitte, o blockchain se tornará um ativo para as indústrias de bens de consumo e varejo. A conclusão é de que o seu impacto é enorme.

Portanto, a previsão é de que o blockchain se torne uma tecnologia operacional padrão para os setores de consumo, manufatureiro e financeiro. A pesquisa cita dados de um levantamento do Gartner, que estima que o valor de negócios que se utilizam da solução será de US$176 bilhões em 2025, e de mais de US$3,1 trilhões até 2030.

Uma das áreas de maior impacto são os processos de Supply Chain (SCM) e enriquecimento da experiência de compra.

Um exemplo de como isso ocorre na prática é a parceria entre Carrefour e a Nestlé. As marcas, surpreendentemente, se uniram para a utilização de blockchain, com o objetivo de rastrear a cadeia de suprimentos da Mousline, marca de musseline de batata.

Em outras palavras, a implantação do recurso contribui para um novo monitoramento do serviço. No caso, os consumidores escaneiam um QR Code e, com isso, acompanham exatamente o caminho percorrido pelas batatas de um pacote específico, bem como sua jornada até a loja específica da rede.


Criptoeconomia: benefícios para empresas varejistas

Já explicamos sobre o que é o termo criptoeconomia. Pois bem. Destacamos 3 principais benefícios ao setor de varejo, como por exemplo:

1 - Transações diretas com segurança: já que a cadeia é verificada por completa, considerando que é pública, as transações entre clientes e empresas ficam seguras e transparentes, sem a necessidade de terceiros, por exemplo;

2 - Criptomoeda como forma de pagamento: como as criptomoedas (Bitcoin ou Ethereum, por exemplo) são registradas em tecnologia de blockchains, a adoção deste livro-razão facilita muito seu uso neste contexto.

3 - Dados protegidos de clientes: o histórico de consumidores é protegido mais facilmente, isso porque os dados são criptografados no blockchain. Isso possibilita o monitoramento ágil de fraudes.


Reserva: a primeira marca de moda brasileira a aceitar Bitcoin

Em 2018, as marcas do Grupo Reserva aceitaram o Bitcoin como método de pagamento por seus produtos. Essa é a primeira marca de grande porte do mercado brasileiro a adotar essa forma de pagamento.

As compras utilizando Bitcoin estão disponíveis nos e-commerces da marca. As transações convertem o valor em reais para Bitcoins, com a cotação em tempo real. O consumidor, por exemplo, consegue checar o valor da peça em Bitcoins no ato da compra. Um processo de poucos segundos.


Blockchains: e o futuro?

Os NFTs, DAOs, Coins são as camadas práticas e visíveis das blockchains e o motor por trás desta revolução. Com o exemplo da Reserva, podemos compreender o potencial de até onde estas tecnologias podem contribuir.

Outro exemplo é a Renner. A lojista desenvolveu um mapa dentro do jogo Fortnite, parecido com uma loja física, mas no ambiente virtual. Outro modelo é o do Banco do Brasil e do Itaú. Ambos do setor financeiro e que também se aventuraram pelo metaverso, desenvolvendo opções de investimento e cidades virtuais para clientes.

Em conclusão, o varejo cresceu junto com as oportunidades de negócios. Tornou-se comum grandes varejistas oferecerem serviços que antes eram exclusivos de bancos e fintechs, como cartões, pagamentos via PIX, transferências, etc. Nessa modalidade, os produtos estão “embutidos” e é daí que vem o nome embedded finance, estratégia que contribui na fidelização de clientes. Entenda como os varejistas estão se oferecendo com serviços bancários de uma fintech. Clique aqui.