Metaverso abre novo universo de oportunidades para estratégias de marketing



Saiba como empresas estão atrás de soluções para que o metaverso faça parte das ferramentas oferecidas aos clientes


Que o universo digital está conectado com o dia a dia das pessoas não é novidade para ninguém. Hoje, a grande maioria dos consumidores está antenada tanto nas experiências on-line quanto nas possibilidade off-line, sem contar o conceito de múltiplos canais de venda e relacionamento, o chamado omnichannel.

Mas e quando a realidade se apresenta virtualmente replicada e projetada na vida física? Pois saiba que essa experiência promete revolucionar o mundo dos negócios e trazer oportunidades para e-commerces e varejo. Estamos falando do metaverso, um ambiente virtual ampliado, no qual a realidade é replicada de forma que as experiências virtuais se aproximem das reais. E o assunto está tão quente que o metaverso foi pauta, agora em janeiro, do NRF – National Retail Federation – 2022, em Nova Iorque (EUA).


Origem do metaverso

O metaverso é uma realidade paralela criada por Mark Zuckerberg (fundador do Facebook), que engrandece a experiência do internauta. O conceito não é novo e já apareceu em jogos como The Sims e Second Life, permitindo que pessoas interajam por meio de avatares personalizados em ambientes virtuais. Tal realidade paralela, por si só, já torna possível a criação de estratégias publicitárias veiculadas tanto no mundo real quanto no virtual, além de inúmeras oportunidades comerciais.


Viver e trabalhar em universos virtuais

Mas não é só no universo dos games que o metaverso ganha espaço. A Microsoft já atua para desenvolver uma versão corporativa da ferramenta, que vai permitir que usuários vivam e trabalhem em espaços virtuais interconectados. O projeto permitirá que as companhias criem ambientes virtuais para os colaboradores se encontrarem, utilizando óculos de realidade aumentada e avatares.

Além das corporações, o setor esportivo também já se movimenta para utilizar o metaverso em transmissões, sem contar o universo dos games, pioneiro da modalidade. Com tanta mobilização, o metaverso promete alcançar números estratosféricos, como a projeção de que essa tecnologia pode atingir US$ 800 bilhões até 2024.

No Brasil, mais de cinco milhões de pessoas já estão no metaverso e pesquisa do instituto Kantar Ibope Media revela que 6% dos brasileiros com acesso à internet já tiveram algum tipo de experiência com a tecnologia, o que equivale a 4,9 milhões de usuários.


Pioneiros: os primeiros no Metaverso serão conhecidos por "early adopters”

Enquanto Zuckerberg delimitou um horizonte temporal de 10 a 15 anos para que o metaverso se concretize em sua plenitude, sob a forma de ambientes virtuais em três dimensões onde as pessoas vão poder interagir socialmente através de avatares, versões inaugurais do metaverso já vêm atraindo usuários aficionados por tecnologias que despontaram nos últimos tempos. Os chamados "early adopters" - pioneiros na adoção em tradução literal.


Para dentro do Varejo

Um exemplo dessa tecnologia e o que ela tem movimentado dentro das grandes empresas do setor é o que a Microsoft vem desenvolvendo e será uma aposta em ‘metaverso’ no mundo corporativo.

A Microsoft quer desenvolver uma versão corporativa do metaverso – conceito promovido por Mark Zuckerberg, fundador do Facebook - para possibilitar que usuários “vivam, trabalhem e joguem” em mundos virtuais interconectados.

O projeto, que foi revelado no evento Ignite, permitirá que as companhias criem espaços virtuais para os colaboradores se encontrarem. A tecnologia usa o Mesh, software da Microsoft, que trata de realidade aumentada e realidade virtual em uma variedade de óculos. Os clientes que não possuam dispositivo de avatares 3D poderão utilizar o conteúdo 2D.

Além disso, a companhia anunciou um outro produto, o "Dynamics 365 Connected Spaces", que permite a interação de pessoas com marcas de varejo.

Por exemplo: você poderia experimentar uma loja da Best Buy no metaverso e verificar monitores e dispositivos. Isso por que quando você pensa em um site, ele não está muito bem conectado ao que vivemos.


Setor esportivo também beneficiará do Metaverso?

Outro setor que já está se movimentando para se adequar ao Metaverso é o esportivo. A ZujuGP (startup de comunidade digital com foco no futebol que é promovida por Cristiano Ronaldo), Manchester City e NFL já trabalha para trazer a experiência de assistir partidas ao mundo paralelo.

É possível esperar que diversos setores passem a se mobilizar para expandir atuação para o Metaverso, uma vez que pesquisas indicam que essa tecnologia pode atingir US$ 800 bilhões até 2024.


Metaverso para e-commerces e varejo

No mundo do varejo, o metaverso permite que as lojas sejam levadas para perto do cliente, onde ele estiver. E, por meio dessa tecnologia, o consumidor poderá ter a experiência de compra que normalmente teria em uma loja física. Imagine poder andar virtualmente pela loja, experimentar uma roupa, um calçado, isso tudo na comodidade da sua casa, sem gastar tempo nem dinheiro.

Essas são algumas das vantagens que prometem fazer do metaverso o próximo capítulo da internet. “A internet está em evolução constante e grandes transformações irão surgir nos próximos anos. O metaverso ou até mesmo a realidade aumentada são apostas do setor de tecnologia que têm grande possibilidade de revolucionar os negócios”, destaca Rui J. Arle, cofundador e diretor de inteligência de dados da Napp Solutions.

“Hoje os e-commerces não representam uma experiência próxima da vida real. O metaverso, em breve, possibilitará ao usuário acessar lojas virtuais e ter a experiência de testar e experimentar produtos. Será algo tão transformador quanto os canais de vendas atuais, como as lojas virtuais e marketplaces”, acrescenta Rui.


Napp Solutions antenada com a revolução do metaverso

Obviamente, uma revolução tecnológica como essa não passaria despercebida pela Napp Solutions, startup paulista especializada em tecnologia para o varejo. A Napp já tem experiência em conectar empresas, para que elas observem o comportamento dos consumidores e dialoguem com suas necessidades. Por isso mesmo, a startup já busca por recursos que abram um novo leque de possibilidades para seus clientes.

“A Napp está focada em conhecer e pesquisar soluções de conexões para o varejo. E disponibilizar o estoque da loja física dentro do metaverso faz parte de uma evolução natural da nossa ferramenta”, finaliza Rui J. Arle.



A Napp não está atenta apenas às possibilidades do metaverso. A startup já oferece um Split de pagamento para facilitar negócios envolvendo diversos prestadores de serviço. Ainda não conhece? Clique neste link e saiba mais.




Informações para Imprensa: Ricardo Missão | Jornalista ricardo.missao@nappsolutions.com