Em constante evolução: 10 tendências para o varejo ficar de olho em 2022

Tudo que você precisa saber para ficar antenado nas tendências e aproveitar o momento para tornar realidade a seus clientes


Um ano de desafios, mas também de desenvolvimento e afirmação. Essa frase resume bem o 2021 do varejo brasileiro, que, por causa da pandemia, precisou rapidamente se reinventar para se adaptar à nova realidade. Tanto que, segundo dados da hub de inovação Distrito, a taxa de crescimento do varejo digital em 2021 foi de 23% em relação a 2020. E a perspectiva é de continuar crescendo agora em 2022.

Essa é também uma das principais tendências apontadas para os e-commerces: continuar em ascensão. Mas não é a única. Para estar antenado com as tendências do varejo para 2022, será preciso:


  • Utilizar tecnologia de ponta;

  • Usar as redes sociais para realizar compras e vendas;

  • Praticar a sustentabilidade;

  • O on-line estar também no off-line e vice-versa;

  • Investir em entregas rápidas, same day delivery e dark stores;

  • Ser omnichannel;

  • Utilizar marketing de influência;

  • E cuidar da saúde mental e corporal.


Percebeu como são muitas novidades para ficar de olho? Então, sem mais delongas, vamos às tendências que prometem movimentar o varejo brasileiro em 2022.


1 – E-commerce continuará em alta

Falamos acima que os e-commerces continuarão em ascensão. Se o ano passado foi de crescimento, este agora será de afirmação, com ainda mais demanda para as lojas on-line. A transição do off para o on abriu caminhos e o momento é de expandir ainda mais todas as frentes de negócio.


2 – Tecnologia de ponta nas operações

A experiência do cliente com os e-commerces precisa continuar evoluindo, se aprimorando. Para tanto, os sites precisam ser mais funcionais, práticos, atrativos e com conteúdo. E isso tudo demanda tecnologia de ponta para que o cliente efetue a compra, volte a comprar e indique o e-commerce para outros consumidores. O comprador ficou exigente e quer uma experiência agradável, ou seja, eficiente e fluida. Corresponder a isso é uma das grandes missões do varejo.


3 – Comprar e vender pelas redes sociais

Falando em novas tendências, o varejo precisa ampliar sua atuação nas redes sociais. O usuário conectado pode comprar enquanto navega pela rede social favorita e, para isso, os e-commerces precisam estar onde o consumidor está. Perfis no Instagram, WhatsApp, Facebook, TikTok, aplicativos, marketplaces, etc. são necessários para promover essa aproximação com o cliente e, assim, alavancar negócios cada vez mais personalizados.


4 – É preciso se preocupar com o meio ambiente

Além de exigentes com a tecnologia dos sites, o consumidor atual tem preocupação ambiental. Por isso, a sustentabilidade tem se tornado pauta constante dos varejistas, que precisam contribuir para o não agravamento das mudanças climáticas. Quem não se mostrar preocupado com o meio ambiente vai perder clientes. Quem estiver antenado com a realidade vai ser admirado. E as atitudes passam pelo fim do desperdício, pela redução do uso de plástico, pelo uso de materiais menos poluentes, etc.


5 – É preciso ser on-line e off-line

O caminho da digitalização já começou a ser invertido. No início da pandemia, muitas lojas abriram seus e-commerces e, agora, comércios originalmente digitais devem abrir lojas físicas. Essa trajetória para o off-line vai ao encontro da necessidade da experiência física que muitos sentem falta. Sem contar que o cliente tornou-se omnichannel e quer que sua loja preferida esteja em todos os canais possíveis.


6 – Estratégia omnichannel

Já que falamos em cliente omnichannel, vamos detalhar essa estratégia que veio para ficar. Omnichannel é o conceito de múltiplos canais de venda e relacionamento, nos quais o cliente consegue optar pela melhor forma de se relacionar com uma marca, podendo, inclusive, o mesmo comprador se utilizar de diversos canais. Além disso, a estratégia busca também a integração de estoques, garantindo eficiência e logística apurada da compra à entrega. Resumindo, ser omnichannel é fundamental para se manter forte no mercado.


7 – Entrega rápida é fundamental

Ter um boa logística de entrega é um dos pontos mais importantes de uma compra bem sucedida. O consumidor atual quer ser atendido de forma rápida e eficiente. Mas, além disso, ele quer ter opções, como receber o produto em casa, retirar na loja, saber valores diferenciados de frete, etc. E uma estratégia que tem se destacado para conquistar e fidelizar clientes é o “same day delivery”.


8 – Same day delivery e dark stores continuam em ascensão

Falamos de entrega rápida no item anterior. Mas, ser rápido às vezes não basta. É preciso ser muito ágil e entregar o produto no mesmo dia, como é o caso de supermercados que entregam produtos perecíveis. Para dar conta dessa demanda, existe o “same day delivery” (entrega no mesmo dia, na tradução literal), que pode acontecer em poucas horas dependendo da logística do varejista.

Para tanto, existem as dark stores, pontos de distribuição estrategicamente localizados em centros urbanos, que permitem às empresas agilizar o processo de entrega e tornar o frete mais barato e muito mais rápido.


9 – Marketing de influência também faz parte da estratégia

Os influenciadores foram pouco atingidos durante a pandemia, já que podem trabalhar em casa. E uma atuação bem feita, sincera e honesta ajuda na conquista de clientes. O marketing de influência continua em evidência e muitas marcas recorrem a ele para estimular vendas virtuais. O conteúdo mostrado nos vídeos torna-se atrativo para os consumidores, permitindo mais interação e, consequentemente, captação de clientes.


10 – Cuidados com o corpo e com a mente

Para dar conta de todas as tendência anteriores, é preciso estar com a mente sã em um corpo são. Cuidados com a saúde, inclusive mental, tornaram-se fundamentais na época atual. Isso inclui novos comportamentos, entre eles o autocuidado e a saúde pessoal, além das tradicionais recomendações de se manter uma alimentação saudável, exercícios físicos, etc. O novo normal resume-se em buscar manter a saúde mental e corporal no meio ao caos da pandemia.



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Ricardo Missão | Jornalista

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