Dark stores: entenda como essa tendência beneficia varejistas para vender mais e barato

Saiba como a integração e a conexão de estoques on-line ajudam os negócios e na entrega rápida, com um custo muito menor das lojas abertas ao público


Um conceito de negócio que não é novo, mas que se expandiu e se tornou uma “luz no fim do túnel” para muitos lojistas durante a pandemia. Trata-se da dark store (loja escura, na tradução literal), centros de distribuição ou armazéns de estocagem que permitem às empresas aumentar os pontos de despacho e, assim, agilizar o processo de entrega. Apesar de não serem abertas ao público, as darks stores estão localizadas em centros urbanos, o que torna o frete mais barato e muito mais rápido.


O conceito tem se tornado muito popular também por ser mais acessível aos lojistas, já que os custos são bem menores do que os de uma loja tradicional. O processo é relativamente simples. Assim que o pedido chega pelos canais de atendimento ou e-commerces, a dark store fica responsável pela separação e entrega dos produtos comprados. E tudo isso vai ao encontro das necessidades dos clientes durante a pandemia: entrega rápida e barata.


“A dark store pode estar dentro do marketplace de um shopping, em e-commerces de mar aberto, como Mercado Livre, ou em um aplicativo que atende uma cidade em específico. Neste último caso, o lojista pode montar um centro de distribuição estratégico em uma cidade, utilizar o aplicativo para vender on-line e assim atender toda a região com um custo mínimo, já que precisará de um ou de poucos funcionários para cuidar da logística de entrega”, explica Bruno Zenatte, sócio fundador e diretor de novos produtos da Napp Solutions.

Como as dark stores surgiram?


As dark stores não foram criadas durante a pandemia. Na realidade, essa solução já havia se tornado popular nos últimos três anos graças a grandes varejistas, como Walmart, Carrefour e Target. O motivo delas terem se tornado a luz no fim do túnel para enfrentar a crise é porque o conceito da loja resolve simultaneamente dois problemas. Ao transformar lojas físicas em armazéns para estocagem, separação e envio de produtos online, as empresas conseguem aumentar os pontos de despacho e agilizar o processo de delivery. Além disso, se reaproveita um ponto de venda que já está preparado e personalizado para receber produtos da marca. Apesar de não serem abertas ao público, o layout de corredores e prateleiras se mantém, o que facilita a seleção de produtos pela equipe de logística.


Como é um modelo regional de dark store

Um exemplo e modelo de loja dark store que tem grande potencial em termos de formatos e que atendem de forma regional são as do segmento de beleza e estética, grandes segmentos do mercado, especialmente no interior do Estado de São Paulo.


Por exemplo, se o lojista que já atua no segmento em sua cidade e possui uma grande variedade de marcas, além de um estoque de armazenamento grande de produtos, o pequeno comércio pode se transformar em uma dark store em potencial. Esse mesmo modelo também se aplica para franquias do setor, que são a grande maioria por estar em várias cidades.


Para isso é necessário que ele tenha um plano de negócios bem definido diretamente com a indústria ou fabricante do produto, que já tenha uma atuação de um canal de vendas pela internet. Com isso, o cliente pode optar em comprar pelo on-line e o lojista regional pode efetuar a entrega desse produto, justamente por ele estar mais próximo da georreferência do consumidor que comprou.


Além disso, outra vantagem desse modelo de negócios, que tem sido um fenômeno e acelerado durante a pandemia, é a de representar diferentes marcas, e com isso, se tornar a referência na região.


Napp pode ajudar lojistas a expandirem seus negócios

E a Napp tem a expertise necessária para ajudar o lojista comum a se tornar uma dark store. Bruno Zenatte enumerou exemplos de lojas que poderiam facilmente expandir suas fronteiras para além do mercado local. Mas, principalmente, detalhou como eles podem otimizar seus negócios por meio de uma dark store.

“A Napp integra o lojista ou franqueado ao PDV e pode criar a multicanalidade de estoque para vários canais de venda simultâneos. Ou seja, a Napp ajuda a dark store a se conectar em múltiplos canais e fazê-la ter uma representatividade local, integrada com plataformas locais”, ressalta Zenatte.

Já para marcas e franquias, o recado é ainda mais simples:

“Existem novas estruturas de se vender franquias, novas estruturas de se ter um estoque em uma localização específica, para que o lojista suporte a venda on-line daquela marca. Sabendo disso, haverá um novo modelo de negócio para o franqueador e, porque não, para o fraqueado”, finaliza Bruno Zenatte.

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Informações para Imprensa: Ricardo Missão | Jornalista ricardo.missao@nappsolutions.com